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Prêmio Operário: Atriz Convidada (Drama)

Martha Plimpton (Fringe)

Com apenas um episódio Martha Plimpton deixou sua marca em Fringe, como uma policial apaixonada pela sua profissão, mas também pelos seus companheiros. O modo como ela foi encurralada em toda a loucura de Fringe, e como conseguiu sair de tudo isso foi fantástico.

Outras Indicadas:

Allison Janey (Lost)
Sarah Paulson (Grey’s Anatomy)
Amy Acker (Dollhouse)
Evan Rachel Wood (True Blood)
Mary McDonnell (The Closer)

Vencedoras Anteriores: 2008 – Mare Winningham (Boston Legal), 2009 – CCH Pounder (The No1 Ladies’ Detective Agency)

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Prêmio Operário: Direção (Drama)

Mad Men – “Guy Walks Into An Advertising Agency” (Dir.: Lesli Linka Gallter)

Lesli Linka Glatter conseguiu montar uma sequencia de cenas incríveis nesse episódio, desde a escolha correta de carregar o melodrama com o evento bizarro no escritório, até a exposição contida nos rostos dos atores em momentos de maior fragilidade.

Outros Indicados:

True Blood (“Timebomb”)
Breaking Bad (“One Minute”)
Lie to Me (“Grievous Bodily Harm”)
Grey’s Anatomy (“I Saw What I Saw”)
Lost (“The End”)

Vencedores Anteriores: 2008 – Breaking Bad (“Pilot”), 2009 – The No 1 Ladies’ Detective Agency (“Pilot”)

Prêmio Operário: Atriz Coadjuvante (Drama)

ATRIZ COADJUVANTE (DRAMA):

mossElisabeth Moss em Mad Men

As atuações de Mad Men nunca passam pela tão necessitada exposição de emoções, essas emoções existem, mas de um modo extremamente mais contido. E Moss soube muito bem lidar com sua personagem nesse esquema, na primeira temporada ela entrou como alguém tímida, mas que sua única preocupação era sua carreira, e nessa segunda temporada ela conseguiu evidenciar isso, até no final quase se transformar em um Don Draper de saias. Ela sabe mentir, ela é uma ótima publicitária e a vida pessoal? Bem… vimos como isso se resolveu no episódio final da temporada.

Outras Indicadas:

Christina Hendricks (Mad Men)
Elizabeth Mitchell (Lost)
Adrianne Palick (Friday Night Lights)
Dianne Wiest (In Treatment)
Anna Gunn (Breaking Bad)

Vencedoras Anteriores: 2007 – Sandra Oh (Grey’s Anatomy), 2008 – January Jones (Mad Men)

Prêmio Operário: Ator Coadjuvante (Drama)

ATOR COADJUVANTE (DRAMA):

breaking-bad-205-02Aaron Paul em “Breaking Bad”

Aaron Paul criou o personagem mais simpático da série, e com isso ele conseguiu inverter os valores, visto que da trama principal ele é o único que realmente é um viciado em drogas, porém com o passar dos episódios ele conseguiu humanizar todos os atos de seu personagem e tudo isso sem nunca cair no piegas ou forçar um tipo de humanidade que não existe, porque ao vermos episódios como Peekaboo e ABQ vemos que ela sempre existiu.

Outros Indicados:

Matthew Rhys (Brothers and Sisters)
Josh Holloway (Lost)
Terry O’Quinn (Lost)
Kenny Johnson (Saving Grace)
John Slattery (Mad Men)

Vencedores Anteriores: 2007 – Terry O’Quinn (Lost), 2008 – Blair Underwood (In Treatment)

Prêmio Operário: Roteiro (Drama)

ROTEIRO DRAMA:

peekaboo“Peekaboo” escrito por J. Roberts e Vince Gilligan (Breaking Bad)

É um episódio que trabalha com contrastes e quebra de estereótipos. O seqüestrador é absurdamente mais humano e perdoável, do que os reféns. O seqüestrador é o único que percebe como o uso das drogas guia as pessoas até o “inferno”, arrastando todos a sua volta, principalmente crianças.
Por outro lado, vemos o protagonista destruir uma teia de mentiras, sendo absurdamente antipático e cruel, para no fim, remontar um esquema frágil de desculpas, que de jeito nenhum faz com as pessoas se identifique com isso, porém o roteiro leva essa situação a um patamar mais elevado, quando não se preocupa mais com a ética e o nível de moral, mas sim apenas com os personagens, sendo eles simpáticos (seqüestrador) ou não (protagonista).

Outros Indicados:

Power of Attorney (The Closer)
Underdogs (Friday Night Lights)
A Night to Remember (Mad Men)
Meditations in an Emergency (Mad Men)
I Don’t Wanna Know (True Blood)

Vencedores Anteriores: 2007 – Through the Looking Glass (Lost), 2008 – 5-G (Mad Men)

Prêmio Operário: Edição

EDIÇÃO:

southland

Southland (“Westside” – por Russell Denove)

Por mais óbvio que possa parecer, Denove consegue criar aqui uma das melhores montagens do ano ao misturar uma perseguição policial e uma investigação sobre o mesmo caso, mas o que faz da edição ser tão genial é que esses dois acontecimentos acontecem ao mesmo tempo e não com cortes utilizando uma linha temporal como armadilha para o telespectador, como um truque de roteiro.

Outros Indicados:

True Blood (“Cold Ground”)
Friday Night Lights (“Underdogs”)
Mad Men (“The Mountain King”)
The Office (“Stress Relief”)
Breaking Bad (“ABQ”)

Vencedores Anteriores: 2007 – Lost (“Through the Looking Glass”), 2008 – Lost (“The Constant”).